quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Pop Star

EU escolhi falar da Paris Hilton acho ela um uma pop star que nao liga muito pra oq ta fazendo ....nao gosto muito do jeitinho dela mimado mas vai ser interessante falar dela...

Tolerância

No dia 21/09 a Cynthia pediu uma pesquisa sobre tolerância, eu encontrei num blog de uma menina esse trecho...

"Ser Tolerante É aceitar as diferenças, entender que nem todas as pessoas são como eu gostaria que fossem. Não posso mudá-las, mas posso mudar minha visão em relação a elas. Descobrir pelo menos uma qualidade em alguém é o primeiro passo para transformar a rejeição em aceitação..."

Concordo com tudo que esta ai em cima... precisamos ser tolerantes mesmo nas horas mais difíceis.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Site dessa imagem: artedepensar.com.br

OS 7 PECADOS CAPITAIS NAS ORGANIZAÇÕES

Por Lúcia G. Monteiro

Pensar a empresa seguindo determinado paradigma é útil e adequado, mas pensá-la em termos de valores parece ampliar bastante esta visão e com isso podemos perceber com mais clareza os fatores que influenciam a motivação,isto é, o quanto as pessoas se dão para a empresa.

Percebi que a maioria dos fatos que aconteciam e freavam o crescimento das pessoas na empresa eram os 7 Pecados Capitais.A idéia de pecado não tem conotação religiosa. Pecar vem de "pecare"que significa "errar de alvo ". Sempre que "pecamos", erramos de alvo.

Conhecer quais são os 7 pecados capitais , suas consequências nas organizações , nos relacionamentos e exemplificá-los é o objetivo desta reflexão.

A IRA : Tem como sinônimos a raiva, a cólera, agressividade exagerada. Se pararmos para observar, encontraremos nas empresas várias cenas que ilustram esse pecado. As origens da ira podem ser por meticulosidade, por perfeccionismo ou até mesmo por desqualificar nossa capacidade de solucionar problemas bem como a importância desses problemas.
Basicamente a atitude mental que está por trás da ira é "quero destruir’ ou "eu quero e você deve". Como ficaria esta atitude em termos de gestão ? Como será o processo de tomada de decisão sob o impacto da ira ? Certamente o mais destrutível possível, com ranço de autoritarismo, desrespeito e baixo clima de confiança mútua entre o gestor e sua equipe.. Uma maneira de detectarmos a manifestação da ira é observar a destruição do patrimônio da empresa bem como a expressão facial das pessoas. Por baixo de toda ira quase sempre detectamos medo: de errar, de expressar-se de outra maneira,de perder espaço,etc. Ao invés de tremer as pessoas atacam para defender-se de seus fantasmas.

A GULA: No sentido literal, gula é o excesso no comer e beber,na sua simbologia maior significa voracidade.A característica da gula é engolir e não digerir.A gula pode ser entendida como gula intelectual inclusive, o sentido que está por trás da gula é o de estar funcionando abaixo das nossas , potencialidades.
A sensação é de que não estamos fazendo tudo que o nosso potencial permite, que estamos vivendo sem atender nossas expectativas.
A atitude mental básica é : necessito aprender tudo.
Um exemplo da gula nas organizações é quando compram-se equipamentos de última geração desnecessariamente ou quando os gestores centralizam o processo decisório e as informações visivelmente observado nas mesas cheias de papéis.
A gula vai influenciar tanto nos relacionamentos quanto na produtividade das pessoas.

A INVEJA: É o desgosto ou pesar pelos bens do outro, a dificuldade de admirar o outro, o sentimento de injustiça .O slogan que define a inveja é : Ele é mais do que eu, também quero" a inveja nos faz perder o contato com nossas reais possibilidades.
Nas organizações podemos entender quando não há apoio das chefias para determinados projetos, quando alguém tenta apagar o seu "brilho", vemos também a procrastinação e os processos de "fritura", geralmente quando o discurso é de um jeito e as ações não são coerentes com ele.
Esses pecados não são claros , não são declarados .
O que deixa a inveja bem caracterizada é a sua expressão pelo comportamento não verbal, o olhar, principalmente.
Não devemos confundir a competição com a inveja. Esta última é um sentimento negativo que pode transformar o processo de competição em algo destrutivo.

O ORGULHO: É o brio, a altivez, a soberba. A sensação de que "Eu sou melhor que os outros" por algum motivo. Isto leva a ter uma imagem de si inflada, aumentada, não correspondendo a realidade. Surge com isso a necessidade de aparecer, de ser visto passando inclusive por cima de padrões éticos e vendo os outros colaboradores ou colegas minimizados. Podemos criar a imagem de pavões relacionando-se na empresa o que certamente trás resultados desastrosos. Podemos citar o exemplo de gestores que tomam determinadas decisões por questões de orgulho pessoal ferindo muitas vezes as metas organizacionais mas com o único objetivo de dar vazão a este sentimento.

A AVAREZA : Define-se como estar excessivamente apegado a alguma coisa levando a um grande medo de faltar, uma percepção de escassez. A avareza pode ser percebida no cotidiano das empresas levando ao slogan: "Não tenho confiança em ninguém" logo terei avareza com as informações que me chegam as mãos, com a expressão dos sentimentos e opiniões em relação aos projetos que estou envolvido, etc. Economizo pensamentos, sentimentos e ações pois não consigo lidar com a diversidade, com a transparência entrando num clima defensivo. Em termos de gestão de pesssoas podemos apontar a tendência a centralização como gesto avarento nas organizações.

A PREGUIÇA: É definida como aversão ao trabalho, negligência. Este sentimento faz com que as pessoas desqualifiquem os problemas e a possibilidade de solução destes. A preguiça não se resume na preguiça física mas também na preguiça de pensar, sentir e agir. A crença básica da preguiça é "Não necessito aprender nada", levando a um movimento freador das idéias e ações dentro das organizações que no cotidiano e traduzido pelo "deixa para depois".

A LUXÚRIA: É definida como uma impulsividade desenfreada, um prazer pelo excesso, tendo também conotações sexuais. Nas empresas este pecado é identificado pelo assédio sexual: em nome da posição hierárquica "Desfruto do poder de dominar." Aparece com isso a grande dificuldade de relacionamento entre homens e mulheres nos ambientes organizacionais, reforçando heranças culturais arraigadas bem como dificuldades emocionais de expressar a afetividade de forma saudável.

Faz-se necessário perceber de forma ampliada os fatores que influenciam a gestão de pessoas nas organizações e o seu grau de maturidade para compreender melhor os processos decisórios, a motivação e a qualidade de relacionamento.

Os fatores culturais, os paradigmas administrativos bem como a saúde emocional das pessoas que trabalham juntas parecem somarem-se num todo coerente e explicativo para o grau de desempenho e competências exigidos no modelo de gestão atua.

Os sentimentos envolvidos nos Pecados Capitais por si só não são negativos. O negativo é alimentá-los e agir sob o efeito deles não combatendo-os nem trazendo novas alternativas de comportamento, minando com isso o crescimento e o fortalecimento das competências dentro das organizações.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O nosso Espetáculo vai ser muito bom quero que todos nos fiquemos até o final para apresenta, vai ser interessantíssimo e enriquece-dor.
Acho que o tema de uma forma ou de outra já esta presente a muito tempo na nossa vida com enigmas obstáculos e muito mais,espero aprende de verdade com essa experiência.

=D

Sepultura - Convicted In Life

terça-feira, 13 de julho de 2010

Video ai em cima muito bom!!!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

"Palco Aberto"

Teatro tarde
Dança
Multiplicadores
Música
Circo

ADOREI TODAS AS APRESNENTAÇÕES...

terça-feira, 29 de junho de 2010

IMAGEM QUE O ALUNO FAZ DO PROFESSOR

Alunos -> "Parece-me que os alunos têm muito mais a temer dos seus professores do que estes deles. O que predomina neste ambiente é o poder professoral, um poder que angustia, estressa e silencia. A fonte desse poder é a nota, isto é, a autoridade para aprovar ou reprovar. O mau uso desse poder transforma a vida dos alunos num inferno. Nestes casos, invertem-se os objetivos: os esforços para propiciar o aprendizado e a formação dos discentes são substituídos por uma espécie de sadismo professoral. O que dizer, por exemplo, de situações em que o docente se vangloria de ter reprovado quase que toda a turma? Ora, se a maioria dos meus alunos não aprende o conteúdo, o fracasso é meu e não deles. Na verdade, quem deveria ser reprovado é o docente. Mas a organização formal burocrática e o espírito de corpo protegem-no.

E o que pode fazer o aluno em tal situação? Imaginemos uma turma “X”, no primeiro ano de um curso universitário. Eles têm uma disciplina fundamental para sua formação e base para outras que terão que cursar. No entanto, a didática do professor é um fracasso e sua personalidade autoritária não permite contestação. Os alunos percebem, de antemão, que não irão bem na prova. Não sabem o conteúdo e, por medo, não perguntam ao professor. Calouros, desconhecem o “caminho das pedras” para reclamar. Alguns se revoltam, mas como a maioria, temem represálias. Eles entendem que se trata de uma luta entre forças desiguais. Os veteranos, reprovados na disciplina, e não são poucos, aconselham a silenciar; o melhor é “empurrar com a barriga e não comprar briga”, dizem. Se falarem, serão marcados; a obediência, o jogo do faz-de-conta, também não é muito promissor. Diante da reprovação, muitos desistirão do curso. Os que ficam, procuram estratégias adaptativas para superar o problema.É uma experiência traumática que ilustra bem o poder do professor." (Blog do Ozaí)

Fonte: http://antoniozai.wordpress.com/2009/05/02/do-que-o-aluno-tem-medo/


IMAGEM QUE OS PROFESSORES TEM DO ALUNO


Professores -> "Muitos pais acreditam em tudo o que as crianças dizem e vêm procurar os orientadores para tirar satisfação. Isso é ruim porque, ao menor sinal de deslize, os alunos fazem o que querem. Por isso temos de ser duros. Sem respeito com os professores, é impossível qualquer aprendizagem e a escola perde o sentido."(Neide Maria Negrini, 49 anos, professora de português).

"Os alunos me enlouqueciam, por isso resolvi deixar o ensino e me dedicar a um doutorado. Eu me sentia humilhado. Não havia nenhum respeito pelos professores. Durante o intervalo, meus colegas chegavam à sala de convivência tremendo de raiva. Alguns choravam. E o pior é que não recebíamos apoio nem dos pais, que protegem demais os filhos, nem dos coordenadores, que têm medo de perder alunos."(Marcos Hideaki Ono, paulista de 37 anos, ex-professor do ensino médio).

Fonte: http://www.adur-rj.org.br/5com/pop-up/medo_alunos.htm


Qual Seria o seu maior medo?????

SER INCAPAZ PARA ALGUNS É O MAIOR MEDO;
NÃO CONSEGUIR VIVER O NECESSÁRIO PARA OUTROS;
MEDO DE LUTAR E NÃO CONSEGUIR FICAR RICO;
MEDO DA MORTE;
MEDO DA VIDA;
MEDO DA CONCORRENCIA EXISTENCIAL;
MEDO DA POBREZA DE ESPÍRITO E MATERIAL;
MEDO DE DOENÇAS;
MEDO DE SI MESMO...

NELSON MANDELA CERTA FEITA DISSE: "E Á MEDIDA QUE DEIXAMOS NOSSA PRÓPRIA LUZ BRILHAR, INCONSCIENTEMENTE DAMOS ÁS OUTRAS PESSOAS PERMISSÃO PARA FAZER O MESMO." ACHO LINDA ESSA FRASE.

"A VIDA É UM LIVRO QUE VOCÊ EDITA TODOS OS DIAS NÃO ESQUEÇA DE EDITAR AGRADECIMENTOS E PENSE: O VERBO QUE SE FAZ VIDA PLENA ESTÁ NO INTERIOR DE CADA UM DE NÓS, PORTANTO NÃO ESQUEÇA QUE DEUS UNIVERSAL IRÁ CORRIGIR TEU LIVRO DA VIDA NA TERRA, TENHA COMO OBJETIVO A NOTA MÁXIMA."
VDM

FONTE:http://terapeutavdm.blogspot.com/2010/06/qual-seria-nosso-maior-medo.html


sexta-feira, 18 de junho de 2010


Sinopse
O jovem Tristan (Charlie Cox) tenta conquistar o amor da bela e fria Victoria (Sienna Miller) indo em busca de uma estrela cadente. A jornada o leva a uma terra esquecida e misteriosa, além dos muros da cidade. Porém Tristan não é o único atrás da estrela cadente. Os quatro filhos do rei de Stormhold (Peter O'Toole) e os espíritos de seus três filhos já falecidos também estão atrás dela, assim como a feiticeira Lamia (Michelle Pfeiffer), que deseja usá-la para recuperar a juventude. Para enfrentar todos estes concorrentes Tristan precisará ganhar o amor da estrela, que se transformou em uma garota chamada Yvaine (Claire Danes).



Sinopse:

Aos 11 anos, Max Skinner (Freddie Highmore) é cuidadosamente educado na arte de saborear vinhos por seu tio Henry (Albert Finney), dono de um vinhedo na França.
Adulto, Max (Russell Crowe) torna-se um bem-sucedido homem de negócios em Londres, sem qualquer tempo para degustações mais duradouras.Certo dia Max recebe a notícia de que Henry morreu, deixando-o como único herdeiro.

Prevendo bons negócios, resolve fazer uma rápida viagem para visitar a nova propriedade.

Mas, uma vez ali, percebe que não será tão fácil vender o lugar que lhe traz tantas lembranças de infância.



quinta-feira, 17 de junho de 2010


"O mundo é um palco. E homens e mulheres, não mais que meros atores. Entram e saem de cena e durante a sua vida não fazem mais do que desempenhar alguns papéis."
((William Shakespeare))